quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Incógnitas do destino



Incógnitas do destino
vilão
diante de
uma paixão efêmera.
Destino
pregando peça.
Sem essa!
A dor
venceu o amor.
Sem luta,
sem crepúsculo,
sem amanhã.
Entranhas,
estranhas
carências
pelas quais
a mágoa
adentrou
e habitou-me.
Cativos
delírios
calados,
ignorados por ti.
Solitário coração
que se esvaiu
faminto por luz.
Não retorne
ao meu seio,
enleio
de desejo.
Abriga-te
em um leito qualquer
e espere
o fim da
tua escuridão.





Um comentário:

Cecília Naves disse...

Uuuuuuuuuuuuuuuuuuuu lala....
Adoreiii essa !!!!!
=)
bjoo Ceci