quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Nada mais









É o fim
do dia,
da estrada,
da rua,
da lua,
do sonho,
do sono,
do canto,
do encanto.
A mala pronta,
a saudade tonta.
O adeus,
a promessa de reencontro
na vacina,
na esquina,
na festa,
na seresta.
Nesse dia,
enfim,um grande silêncio
e nada mais!

4 comentários:

kassiaindia disse...

Dona poeta, vc esta cada dia melhor. beijos

kassiaindia disse...

Será que somente nós temos sanidade? Parece que a rotação lunar só não ataca nós poetas ou é somente a luz que bate em nós mulheres mães? A cada dia que passa tenho mais noção do respeito poético que ninguem mais tem, somente a semente da sabedoria do dia que não vem.

Sonia Lima Naves disse...

Kássia:
Obrigada pelo carinho. Beijos

cara pálida fora d´água disse...

renascimento talvez...