quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quiçá...

Quiçá,
eu
deponha as armas
e
as mágoas.
Quiçá,
eu
feche os olhos,
tape os ouvidos
e
me cale.
Quiçá,
eu
me iluda,
desnuda,
no seu colo.
Quiça,
eu
durma um sonho íntimo
prometido.
Quiça,
você permaneça assim,
em minha memória.

5 comentários:

Gleidston disse...

Muito bom, parabéns,Sônia!!!

Sonia Lima Naves disse...

Oi Gleidston,
obrigada e volte sempre!

abraços

kassiaindia disse...

Quiça eu ouço o vento em mim mesma e digo sim. sim , sim,,,,,,, lindooooooooooooo

Anônimo disse...

Lindo poema Soninha, vindo se vc só poderia ser de bom gosto.
Ass: Gui

Sonia Lima Naves disse...

Oi Gui,
obrigada pelo comentário.
Beijão

Sônia